Bear

Publicado em 21 de maio de 2020, às 12:00 | Dia a dia

Aderi a mais um serviço exclusivo para produtos da Apple: o Bear. Sim, não é como o caso do iCloud. Todavia, além de o app usar a nuvem da maçã, o software está disponível somente para iOS e macOS. Ou seja, não tem como usar em outro lugar.

Optei por adquirir o pacote anual do app de anotações nesta terça-feira (19). Motivos para trocar o OneNote pelo Bear não faltam: 1) markdown é uma necessidade importante para o mundo atual; 2) tanto o OneNote quanto o Evernote ocupam bastante espaço; 3) o Bear é notavelmente mais leve em questão de recursos; e 4) apesar de pago, é barato: custa menos de R$ 50 por ano.

Esta, porém, não é a primeira vez que utilizo o Bear. Meu primeiro contato com o aplicativo foi ainda em 2017. Na época, eu tinha um Mac Mini 2012 e um iPhone 5S. Mas parei de usá-lo quando comecei meu estágio no TechTudo, em 2018, pois o computador na redação rodava Windows. Acabei me rendendo ao Evernote, embora custasse caro: mais de R$ 10 ao mês.

Só abandonei o Evernote quando saí do estágio, no final de 2019. De lá para cá, venho buscando alternativas gratuitas ao serviço. Dei várias chances ao OneNote, mas a diagramação dele me dá nos nervos, apesar de adorar a divisão em cadernos e seções. Além disso, enfrentei diversos erros de sincronização. Problemas que, para uma empresa como a Microsoft, são inadmissíveis.

Sobrou para o Bear. Porém, nem tudo está completo: apesar de ter correspondido às necessidades citadas anteriormente, sinto falta de uma boa ferramenta para salvar conteúdos de sites. Além disso, me pergunto o que vai acontecer se, por acaso, eu comprar um celular com Android.

Espero que, até lá, desenvolvam um app – e melhorem a ferramenta de coleta.

Rio de Janeiro, 20 de maio de 2020

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